sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Considerações sobre o natal

Escrito por: Diego Cintrão
Primeiramente quero afirmar que nesse breve texto não quero me ater a discussões sobre a data do nascimento de Jesus e o fato de o dia 25 de dezembro ser um dia no qual o antigo Império Romano utilizava para cultuar outros desuses, ou ainda qualquer outro tipo de controvérsia sobre o natal. Antes de tudo quero aqui afirmar: Sim eu comemoro do Natal como uma convenção de celebração ao nascimento Daquele que haveria de vir, para a remissão e salvação daqueles que Ele escolheu. 

Para muitos o dia 25 de dezembro é discriminado como uma data pagã e para esses festejar essa data é quase uma heresia. Para esses, e já fiz parte desse grupo, essa data deve ser encarada como um dia normal, quase ignorado, pois nada mais é do que uma convenção “mundana” em prol do consumo, idolatria e promiscuidade. Uma data que não tem relação nenhuma com o cristianismo. Obviamente devo concordar que para um descrente que adora a festa, as bebedices, os presentes, ou seja, a satisfação de si mesmo, a comemoração do natal não tem referencia alguma ao Salvador, assim uma comemoração pagã. Porém qual a postura de um crente em Jesus Cristo no natal? Será que cruzar os braços, fazer cara feia, julgar e condenar a agitação e euforia secular e ignorar essa data é uma postura que glorifica a Deus?

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

A morte não é o fim

Escrito por: Josias Souza
Embora muitos não acreditem, a vida é um compromisso transitório, e um dia terão que encarar a grande realidade que é a eternidade.

A morte não é o fim. É um trampolim através do qual saltamos para o outro lado da vida.
É necessário observarmos cuidadosamente a hora do embarque. Estar com as malas prontas, isto é, com a vida preparada para a viagem, porque nesta viagem, diferente de todas as outras, não nos é dado saber o dia e o momento. A hora da partida pode se dar a qualquer momento. E essa é uma decisão que independe da vontade humana. Em frações de segundo, o véu da transitoriedade pode rasgar-se e o instante do acenar de mãos é chegado. Não importa se nossa vida está no auge, em seu desabrochar; se grandes empreendimentos nos vêm às mãos; se o casamento tão esperado está às portas; se daqui a quinze dias será concluído um curso superior e a data da colação de grau reunirá parentes e amigos. Todas essas conquistas, por mais belas e dignas que pareçam, não podem justificar ou retardar a hora da partida. Jó em seu diálogo com Deus trouxe uma revelação profunda: “O homem, nascido de mulher, é de poucos dias e cheio de inquietação. Nasce como a flor, e murcha; foge também como a sombra, e não permanece. Visto que os seus dias estão determinados, contigo está o número de seus meses: tu lhe puseste limites, e ele não poderá passar além deles.Jó 14: 1, 2 e 5.